In Inspiração

Não importa quem você finge ser, o que importa é quem você é


Meu nome é Gisely Fernandes (mas podem me chamar de Gi! :}), sou canceriana nascida em junho de 1991, sempre acreditei que se estamos aqui, é por alguma razão. Acho que todo mundo vem a essa vida com um propósito. E gosto de pensar que o meu propósito é trazer mais amor a quem estiver ao meu redor.

Sempre fui muito fiel a tudo aquilo em que acredito e sempre acreditei no poder da energia. Acredito de verdade que somos capazes de conquistar tudo aquilo que desejamos e que nada é impossível. Todos temos as mesmas capacidades. O que muda são as oportunidades. Uns tem mais do que os outros, mas desde que se corra atrás, é possível. E, de verdade, que graça teria se tudo fosse fácil demais?

Nascida numa família de artistas, sempre soube que a arte fazia parte da minha alma. Sempre aspirei arte em tudo aquilo que eu via, e acho que foi isso que me levou ao universo do design. Não que o design seja arte, esse é um tema que gera muitas discussões. Mas acredito que todo designer é capaz de fazer arte. Tudo o que eu faço, eu faço com muito amor, esse sentimento está presente em todos os meus projetos e é por isso que gosto de pensar que sou uma designer artista, afinal, o que seria a arte senão o amor? E que tipo de designer eu seria, se não desenvolvesse os meus projetos com esse mesmo sentimento? Gosto de pensar assim, me faz mais feliz.

Acredito que todos somos capazes de fazermos (e vivermos) o que nos faz feliz. Faço o que faço porque me faz feliz, e não porque preciso, não apenas. Vivo correndo atrás de meus sonhos, e assim viverei por toda a minha eternidade.

Há um ano eu realizei o maior deles (até o momento). Me formei em Design Digital pela Universidade Anhembi Morumbi uma das melhores escolhas que já fiz. Nesses 5 anos passei por muitas áreas, sempre dentro do universo digital. Já fui web designer, já fui coordenadora de e-mail marketing e atualmente trabalho como diretora de arte. Mas se me perguntarem o que eu faço com o  coração, eu diria que são as capas de livros. Mesmo sendo Designer digital, o universo editorial é o que mais me encanta. Talvez por ser uma amante de livros, ou por ser uma eterna romântica. Quem sabe?

Em um universo com tantas possibilidades, porque ficarmos presos a uma coisa só? Pensando nisso, gosto de aspirar e estudar tudo aquilo que estiver em meu alcance. Por esse motivo, gosto de me aventurar pelas áreas de animação em motion graphics, ilustração e fotografia!
E nas horas vagas eu leio, leio e leio! Todos precisamos de uma válvula de escape. De algo que nos leve para um mundo mais leve e harmonioso. E a leitura é o meu meio de transporte preferido. E por conta disso, eu tenho um cantinho onde eu compartilho todas as minhas aventuras, junto com meus personagens preferidos.

Espero que meus posts e textos tragam inspiração e um pouco de felicidade e amor ao seu dia. 

Agora chega de apresentações e vamos ao meu primeiro post aqui no Daydream? :)

Para abrir essa jornada com chave de ouro, eu trouxe uma reflexão sobre algo que acho muito importante e que sempre me pego refletindo. :)


Você gosta de quem realmente é? Ou aceita que as pessoas ditem quem você deve ser? Muitas vezes, ou quase sempre, nós burlamos quem realmente somos, para sermos quem querem que a gente seja. Quem nunca teve uma crise de identidade, ou sempre julgou “nossa, mas ela(e) é tão melhor do que eu, logo, eu deveria ser como ela(e). Isso acontece o tempo todo, e o pior de tudo é que muitas vezes a gente nem se da conta disso. 

Um grande exemplo é no âmbito profissional, é comum as pessoas se julgarem inferiores aos que estão ao seu lado. A grama do vizinho é sempre mais verde, não é? Mas dai eu te pergunto, porque? Porque precisamos ser igual aos outros? Porque temos que ser como as pessoas querem que a gente seja? A verdade é que não importa quem você finge ser, o que importa é quem você é.

Durante muito tempo na minha vida eu sofri conflitos internos exatamente por causa disso. Sempre me julguei inferior aos que estavam ao meu lado. Ou nunca confiei totalmente na minha capacidade de fazer ou conquistar as coisas, e com isso foi bem complicado de me encontrar. Cheguei até mesmo a (quase) desistir de ser ilustradora, tudo porque sempre pensei “cara, eu jamais vou conseguir chegar a esse nível” (me comparando aos mestres que admiro), e um dia percebi que de fato eu jamais chegaria se sempre tentasse ser como eles e não ter a minha própria essência, porque assim como na vida, na arte cada um tem a sua personalidade, o seu modo de enxergar as coisas, então porque querer ser quem ou o que você não é? Logo que fiz essa reflexão e comecei deixar as coisas, ou nesse caso, os pincéis fluírem vi que sou capaz de fazer coisas incríveis.

E isso eu levo para a vida. Está na hora de julgarmos menos, de olharmos para a vida com mais simplicidade e fluidez. Porque precisamos controlar tudo? As coisas não podem simplesmente acontecer em seu tempo? As pessoas não podem ser apenas como realmente são? A sociedade julga e predefine muito. Está na hora de sermos felizes, e para tal, precisamos nos libertar de paradigmas. 

A felicidade está nas pequenas coisas, na simplicidade. Você não precisa ser quem ou o que as pessoas esperam que você seja, apenas seja você. Sorria mais, viva mais e julgue menos.

Escrevi esse texto com inspiração em um vídeo (abaixo) de uma blogueira e jornalista Chez Noelle. Recomendo que assistam e que reflitam sobre o assunto. Será que não é hora de se permitir? :)



Me digam o que vocês pensam sobre isso? Vocês também ficam refletindo sobre assuntos aleatórios? :)

Espero que vocês tenham gostado, galerinha!

Beijinhos! :*

Para me acompanhar é só clicar nos links:



Blog ♥ Facebook  Youtube  Twitter  Instagram  Pinterest  Flickr  Tumblr  Portfólio

Related Articles

2 comentários:

  1. Então, por uma feliz coincidência eu havia assistido, hoje mais cedo, o vídeo que a Noelle publicou. E logo que comecei a ler o seu post comecei a interligá-los. Aliás, ambas as publicações me fizeram bem.
    Tenho disso de me sentir inferior as outras pessoas, e alimento uma insegurança absurda, que aos poucos estou aprendendo a moldar.
    Essa coisa que a maioria das pessoas tem de rotular o outro e julgar suas ações apenas em cima de uma característica (que se destaca, não sei) super me irrita. Por exemplo: sou filha única, e geralmente quando digo isso já ouço coisas do tipo: "Ah, sempre teve tudo o que quis." e blá, blá, blá... "Essa daí deve ser mimada" e blá, blá, blá... Sendo que a pessoa acabou de me conhecer e não sabe nem um pouquinho da minha história de vida. E com o passar do tempo com a convivência e boas conversas a visão que anteriormente a pessoa tinha de mim, muda.
    Julgar o outro é algo muito perigoso e triste.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi Ranna, td bem? *-*

      Eu fico muito feliz em saber que o meu modo de enxergar o assunto tenha te feito bem, de verdade. Como eu disse, eu acho que todo mundo passa por isso em algum (ou vários) momento da vida. Mas o importante é você sempre filtrar o que as pessoas falam, sabe? Eu sei que é difícil, é uma tarefa que precisa ser treinada. Mas tente, você vai ver que te fará muito bem.

      Infelizmente faz parte da natureza do ser humano julgar as coisas e as pessoas, sem que as conheçam. Todos nós fazemos isso. Mas se soubermos nos policiar nos julgamentos e também se soubermos filtrar os julgamentos e opniões das outras pessoas, aos pouquinhos as coisas irão melhorando. <3

      Obrigada pela conversa, viu?
      Beijinhos e sucesso para você! :)

      Excluir

Deixe seu cometário ;)