In Cinema colaborador Filme filmes

Comércio e Dois Clássicos do Cinema Mudo

charles chaplin
modelo: Charles Chaplin
Essa não é uma postagem sobre clássicos-clássicos; também não é uma postagem sobre os meus favoritos do cinema mudo. Essa é uma postagem sobre filmes usados para fins acadêmicos no meu curso de comércio - principalmente nas matérias de Administração e Psicologia Organizacional - para desenvolvimento crítico envolvendo a área. 

Posso, futuramente, fazer uma outra postagem sobre cinema mudo com os meus favoritos ou sobre o cinema em preto e branco. Então, se rolar, ela será postada nas minhas redes socais ou na página do blog Daydream. Pronto! Está aí um motivo para seguir-nos. 

Tempos Modernos (1936)

modelo: Charles Chaplin
Suponho que todo mundo saiba quem é Charles Chaplin e conheça seu trabalho no cinema mudo (se não, dá um Google aí). Não foi diferente comigo. Durante algum momento do meu curso - que eu realmente não lembro em qual foi - tivemos de assistir Tempos Modernos para entender um pouco mais sobre as consequências negativas e imediatadas da Revolução Industrial - e isso vale para o outro filme apresentado aqui - em relação à forma de tratamento desumano durante esse período. 

Exigências para um trabalho exaustivo visando o lucro da empresa independente da situação que o operário apresenta  leva a personagem de Chaplin a um colapso nervoso e consequentemente a uma clínica.

Além de lidar com esse tipo de escravidão, o filme também aborda assuntos como greves em busca de direitos humanos e o tão temido comunismo, né? Ele vale muito a pena ser assistido, independente de qualquer coisa, porque ele sabe tratar de assuntos históricos e importantes com humor. 

Metrópolis (1927)

imagem: reprodução
Li em algum lugar aí que esse filme custou o olho da cara e acredito que tenha custado mesmo. Imagina o investimento para conseguir montar um cenário futurista, investimento nos efeitos especiais e em toda aquela gente como figurante. Uma trabalheira. E mesmo com quase um século de existência, Metrópolis é tido como uma obra-prima porque ainda é muito atual, considerada uma obra "à frente do seu tempo".  

O filme se passa em 2026 (cem anos após sua gravação) e mostra literalmente como funciona uma piramide hierárquica - governam do topo os ricos industriais e excessivamente trabalha a base (no subsolo da Metrópolis) para sustentar todo o resto da pirâmide. Neste, conceitos predeterminados são gerados de uma classe social sobre a outra, terminando em uma bela de uma treta no final das contas. 

Tchau e até a próxima!

Para me acompanhar é só clicar nos links:

Facebook ♥ Instagram ♥ Twitter 


Related Articles

0 comentários:

Postar um comentário

Deixe seu cometário ;)